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O êxodo realmente aconteceu?

''Deus disse então a Moisés: EU SOU AQUELE QUE É. E dirás também aos israelitas: “AQUELE QUE É foi quem me enviou a vós.” Êx 3:14
A história do êxodo é a história da libertação do povo israelita. ''Êxodo'' significa saída, libertação. Após 430 anos, Deus usou Moisés para libertar Israel através de 10 pragas sobre o Egito. Contudo, existem críticos da fé cristã que negam este acontecimento. Dizem que não há registro no Egito sobre o êxodo e que não há evidências arqueológicas (como túmulos, cerâmicas e ferramentas) no deserto de que milhões de pessoas viveram lá.
Com relação a esta primeira objeção, a cultura do Egito refuta ela. O Egito possuía uma cultura de adoração ao rei. Ele era visto como uma espécie de divindade que não podia errar. Dessa forma, era comum que os egípcios não registrassem derrotas. Como o êxodo foi uma derrota, provavelmente eles preferiram não registrar.
Já com relação à segunda objeção, quando a Bíblia afirma que tinha 600 mil homens, e com mulheres e crianças somadas a este número daria cerca de 2 milhões, é defendido que a palavra ''mil'', ''Eleph'' no hebraico, pode significar ''pelotão''. Neste sentido, seriam 600 pelotões. O que daria entre 6 mil e 20 mil homens. Isso explicaria a ausência de evidências arqueológicas no deserto. Seria um número menor que não deixou rastros.
Contudo, em minhas pesquisas e estudos, encontrei alguns achados arqueológicos em favor do êxodo. As escavações em Avaris que comprovam a estadia de Israel no Egito, a Estela de Merneptah (monumento de 1208 a.C) que menciona Israel já em Canaã e o papiro de Ipwer que, embora rejeitado pelos acadêmicos por não citar diretamente Israel e Moisés, fala de um período ruim no Egito onde águas se transformaram em sangue. A tese defendida hoje é que o êxodo existiu de verdade, porém foi em menor número.