- Ministério Jovens Bíblicos
- Missão/Mission
- Conheça o Nosso Tik Tok
- Defesa da Fé
- Interpretação e Validade Bíblica
- Artigos Teológicos
- Perguntas de Leitores
- A Arte de Pregar
- Debates Bíblicos e Filosóficos
- Devocionais
- Finanças
- Pentecostalismo
- Escola Dominical
- Direito e Religião
- Arminianismo
- Resenhas de Livros
- Liderança Cristã e de Jovens
- História da Igreja
- Oração e Evangelização
- Filosofia
- Ciência e Saúde
- Artigos Para Jovens
- Doutrina Cristã
- New Articles In English
- Como Lidar Com a Depressão? (E-book)
- Redes Sociais
- Contribua
- Área de Alunos
- Deixe Seu Recado
- Contatos
|
1 |






Dois tipos de cristão que você não deve ser

"Eis que eu os envio como ovelhas entre lobos. Portanto, sejam prudentes como as serpentes e simples como as pombas." (Mateus 10:16)
Vivemos em uma era em que o número de cristãos tem aumentado no mundo. Em 2024, foi colocado pelo Gordon-Conwell Theological Seminary que o número de cristãos é de 2,63 bilhões. A tendência é que chegue a 3 bilhões. Dentre todos estes cristãos, existem dois tipos que devemos evitar ser: o cristão bobão e o cristão ''louco''. O cristão bobão é aquele que é contra a apologética. Acredita que devemos aceitar tudo e todos. Se alguém critica a religião dele, ele acredita que ninguém pode responder. Se charlatões estão enganando as pessoas, ele acredita que ninguém pode falar nada. Tudo que importa para ele é a união.
Esquece ele que Jesus reprendia os fariseus por enganarem as pessoas e que debatia com os escribas (intérpretes da lei). Jesus era justo com todos e amoroso com os mais fragilizados, mas não era um bobão. Já o cristão louco é aquele que perdeu as estribeiras. Ele critica e ofende tudo e todos. Ele ataca até mesmo quem não está enganando ninguém e quem não está criticando ele ou a fé cristã. Ele já não possui critérios objetivos e racionais na sua conduta. Jesus também não procedia dessa forma.
Nós devemos evitar estes extremos e buscar o meio termo entre eles. Algo que não é fácil, mas é necessário. O jeito mais simples de fazer isso é estabelecendo critérios de ação. Alguns exemplos: se o sujeito não está nos criticando ou enganando alguém, por que criticá-lo? Já o sujeito que apenas faz uma crítica bíblica não precisa ser ofendido, mas pode ser respondido. Porém, o sujeito que ofende precisa ser ofendido para que aprenda a respeitar a fé cristã. Também não podemos confundir análise apologética com ataques de ódio. Eu mesmo fiz análise do hinduísmo e não odeio eles. Que peçamos sabedoria a Deus para termos melhores ações.